Do desejo escondido de beijar-lhe os lábios,
frases desconexas exprimo.
Inábil na arte de conversas idílicas,
Escondo-me em janelas.
Ofertando – ainda que não vejas -
Olhares apaixonados, sorrisos bobos, vontades inexplicáveis.
Calo-me com teu silêncio.
O meu idioma chamo-o sentir.