Do desejo escondido de beijar-lhe os lábios,
frases desconexas exprimo.
Inábil na arte de conversas idílicas,
Escondo-me em janelas.
Ofertando – ainda que não vejas -
Olhares apaixonados, sorrisos bobos, vontades inexplicáveis.
Calo-me com teu silêncio.
O meu idioma chamo-o sentir.
Publicado em Maio 4, 2008 de 5:55 pm e arquivado sobre Pequenas Epifanias . Você pode acompanhar qualquer resposta por meio do RSS 2.0 feed.
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